BEM VINDOS! - Este blog é uma pequena viagem ao mundo do ensino e pesquisa em ciência. Espero que gostem, enviem comentários sobre as postagens, críticas e/ou sugestões.

4º Congresso da SBBiotec


Saiba mais em:

Segue a mais recente publicação de nosso grupo:

Maria de Lourdes T. M. Polizeli, Simone C. Peixoto-Nogueira, Tony M. da Silva, Alexandre Maller and Hamilton Cabral (2012). Gel Electrophoresis for Investigating Enzymes with Biotechnological Application, In: Gel Electrophoresis - Advanced Techniques, Dr. Sameh Magdeldin (Ed.), ISBN: 978-953-51-0457-5, InTech.

Available from:
http://www.intechopen.com/books/gel-electrophoresis-advanced-techniques/enzymes-with-biotechnological-application
Olá pessoal! Notícia quente para que é da área de biotecnologia, principalmente de biotecnologia aplicada à indústria, mais ainda para enzimas voltada ao bioetanol!!!! Leia mais em: http://economia.ig.com.br/empresas/industria/2012-05-29/construcao-de-2-unidade-da-novozymes-no-pais-no-comea-ate-2013.html

Pesquisa facilita produção do etanol

Reportagem ESTADÃO - 03-02-2012




Cientistas propõem aliar fabricação do etanol de celulose à de biogás; resíduos podem servir de fonte de energia para as usinas


O etanol de segunda geração, feito com a celulose existente no bagaço da cana-de-açúcar, é uma alternativa importante para aumentar a produção de biocombustível sem prejudicar as plantações de alimentos ou as áreas de preservação ambiental.

Mas como seu processo de produção é mais caro que o do etanol de primeira geração - obtido pela fermentação da sacarose do caldo de cana -, é preciso encontrar alternativas para torná-lo economicamente viável.

A escalada do etanol

Articulação dos pesquisadores paulistas ajuda a multiplicar o uso da bioenergia

REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA FAPESP ONLINE (http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4590&bd=1&pg=1&lg=).



   Pesquisadores das universidades de São Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp) desvendaram em 2011 cerca de 10,8 gigapares de bases do DNA da cana, 33 vezes o produto dos dois anos do projeto Genoma Cana, encerrado em 2001, que mapeou os genes expressos da planta. O resultado faz parte de dois projetos temáticos, coordenados pela bióloga molecular Glaucia Souza e a geneticista Marie-Anne Van Sluys, professoras da USP, e com conclusão prevista para 2013, que buscam o mapeamento dos genes da cana-de-açúcar. Dada a complexidade do genoma, 300 regiões já estão organizadas em trechos maiores que 100 mil bases, que contêm de 5 a 14 genes contíguos de cana. Os pesquisadores querem ir além do Genoma Cana tanto na quantidade de dados como nas perguntas sobre como funciona o genoma da planta que se tornou sinônimo de energia renovável. Estudos de gramíneas como sorgo e arroz mostraram que para melhorar a produtividade das plantas é preciso saber como a atividade dos genes é controlada, função de trechos do DNA conhecidos como promotores. 

Cientistas estudam algas como possível fonte para biocombustíveis

Equipe alterou organismo de bactérias E. coli para extrair o açúcar das algas


Uma equipe de cientistas dos Estados Unidos alterou o organismo de bactérias E. coli para extrair o açúcar que se encontra nas algas marinhas e transformá-los em potencial fonte de combustíveis e químicos renováveis, abrindo assim a possibilidade de se produzir biocombustíveis marítimos acessíveis no futuro.

As algas despertaram o interesse dos pesquisadores, assim como da indústria energética, pois seu alto conteúdo de açúcar proporciona uma quantidade significativa de biomassa e não requer terra para ser colhido nem água para crescer.

O problema até agora era que as bactérias não metabolizam imediatamente o componente principal do açúcar nas algas, conhecido como alginato, o que faz com que os biocombustíveis marítimos sejam muito caros para competir seriamente no mercado com combustíveis a base de petróleo.

Pós-Graduação - Biotecnologia


OBJETIVOSFormar profissionais qualificados nas diversas áreas da Biotecnologia, para atuar na solução de problemas e no desenvolvimento de novos produtos e processos nas áreas da agricultura, do meio ambiente e da saúde, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida; qualificar e aprimorar docentes para o magistério na área de Biotecnologia; de forma bastante abrangente, mostrar as áreas em evolução em pesquisa científica e de importância econômica que estão relacionadas à Biotecnologia.

PÚBLICO ALVOProfissionais com graduação em Ciências Biológicas, Biomedicina, Zootecnia, Agronomia, Medicina Veterinária, Farmácia, Química e áreas afins.

DIFERENCIALAulas práticas e visitas técnicas, que estimulam o processo de ensino-aprendizagem. Corpo docente composto por profissionais formados e pós-graduados nas principais universidades do país e com comprovada experiência profissional na área. Metodologia de ensino aplicada à Biotecnologia, o que fornece a fundamentação necessária ao profissional para atuar como docente em Biotecnologia.