BEM VINDOS! - Este blog é uma pequena viagem ao mundo do ensino e pesquisa em ciência. Espero que gostem, enviem comentários sobre as postagens, críticas e/ou sugestões.

Vascular endothelial growth factor genotypes and haplotypes are associated with pre-eclampsia but not with gestational hypertension

Mol Hum Reprod. 2009 Feb;15(2):115-20

Sandrim VC, Palei AC, Cavalli RC, Araújo FM, Ramos ES, Duarte G, Tanus-Santos JE.


Vascular endothelial growth factor (VEGF) is relevant for normal pregnancy, and abnormalities in VEGF functions are associated with hypertensive disorders of pregnancy. Because there are few studies on how VEGF genetic polymorphisms affect susceptibility to pre-eclampsia (PE), and no studies on how they affect susceptibility to gestational hypertension (GH), we compared VEGF genotype and haplotype distributions in normotensive and hypertensive pregnancies. Genotypes 

eNOS haplotypes associated with gestational hypertension or preeclampsia

Pharmacogenomics. 2008 Oct;9(10):1467-73.

Sandrim VC, Palei AC, Cavalli RC, Araújo FM, Ramos ES, Duarte G, Tanus-Santos JE. 


AIMS: Polymorphisms in the endothelial nitric oxide synthase (eNOS) gene have been inconsistently associated with preeclampsia. We compared genotype and haplotype frequencies of three eNOS gene

Etanol celulósico

A hidrólise pode ser realizada por processos que utilizam ácidos, solventes orgânicos ou enzimas. Dentre estes, a rota enzimática tem sido amplamente estudada nos últimos anos devido a sua potencialidade em proporcionar maiores rendimentos (por ser realizado a pressão ambiente e temperaturas moderadas – entre 50o e 60oC) e não formar subprodutos indesejáveis. Porém, fatores como o alto custo das enzimas, a baixa produtividade e a dificuldade atual em se atingir os rendimentos esperados têm se mostrados importantes desafios científicos para o sucesso comercial da técnica.


Leia mais em: http://www.bioetanol.org.br/interna/index.php?pg=MzM=
Leia mais em: http://www.bioetanol.org.br/interna/index.php?chave=plantapiloto



Bioetanol

Se hoje nos é possível percorrer longas distâncias em curto espaço de tempo ou produzir (em série) diversos equipamentos tecnológicos que facilitam nossas vidas, em grande medida isso se deve aos derivados do petróleo. Juntos eles representam 55% do consumo mundial de energia.
 
Infelizmente, a disponibilidade destes materiais deve ser menor nas próximas décadas e a sua complexidade de extração maior. A estes problemas podemos somar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera causadas pelo uso destes combustíveis.


Leia mais em: http://www.bioetanol.org.br/interna/index.php?chave=bioetanol

Interethnic differences in ADMA concentrations and negative association with nitric oxide formation in preeclampsia

Clin Chim Acta. 2010 Oct 9;411(19-20):1457-60. Epub 2010 Jun 4

Sandrim VC, Palei AC, Metzger IF, Cavalli RC, Duarte G, Tanus-Santos JE.



BACKGROUND: Recent studies have suggested that impaired nitric oxide (NO) formation in preeclampsia may result from increased concentrations of an endogenous NO synthase inhibitor, the asymmetric dimethylarginine (ADMA). However, no previous study has examined whether a negative association

Biodiesel pode gerar quatro vezes mais emissões que diesel normal

Estudo controverso da União Europeia revela impacto inesperado de energias renováveis; metodologia é questionada


ESTADÃO - 21 de abril de 2010

(...)

O biodiesel europeu feito de um tipo específico de couve tem uma pegada de carbono indireta de 150,3 quilos de CO2 por 280 quilowatts/hora produzidos, enquanto o cálculo do bioetanol europeu feito de beterraba é de 100,3 quilos - ambos ainda bem mais altos do que o gasto do diesel convencional ou da gasolina, que soma 85 quilos de CO2.
Em contraste, a importação de bioetanol de cana de açúcar vindo da América Latina, inclusive do Brasil, e de bioetanol de óleo de palma do Sudeste Asiático parece relativamente mais 'limpa', com 82,3 quilos e 73,6 quilos respectivamente.

Etanol Celulósico: Novozymes e Petrobras Juntas no Uso de Bagaço da Cana

Notícias divulgadas esta semana nos USA anunciaram que Novozymes, umas das maiores empresas de enzimas do mundo,  firmou acordo de parceira com a Petrobras para desenvolver tecnológias  de etanol celulósico através da uma nova rota enzimática para a produção de biocombustíveis de segunda geração a partir do bagaço da cana.